Preço dos imóveis deve cair ao menor nível em 2017

São Paulo – Apesar de o cenário político e econômico do país não permitir traçar uma previsão clara sobre qual será o desempenho do mercado de imóveis para o ano que vem, em um ponto os especialistas concordam: após uma queda real de 6,25% nos últimos 12 meses, os preços de casas e apartamentos tendem a ficar estáveis em 2017.
No ano que vem, o mercado deve atingir o fundo do poço quando se fala de preços, segundo João da Rocha Lima, professor do Núcleo de Real State da Poli-USP. “Considerando um cenário no qual a economia comece a se recuperar devagar, e a inflação caia, os preços devem ficar estáveis até voltarem a subir”. Além disso, as construtoras já estão com margens bastante apertadas para diminuir preços, diz Lima. “Não há espaço para mais quedas”.

Apesar de ainda não haver no horizonte a previsão de um aumento de renda dos consumidores para incentivar a compra da casa, a expectativa de Flavio Amary, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), é de que ao menos o nível de desemprego pare de piorar no ano que vem. Nesse cenário, o executivo aponta que empresas preferem deixar os preços estáveis e aguardar uma retomada da economia.

Estoque ainda é problema

A exceção nesse cenário são empresas que ainda têm estoque de imóveis prontos e precisam de dinheiro. “Essas construtoras querem se livrar dessas unidades o quanto antes. Como consequência, cobrarão preços mais atrativos por elas”, diz Lima. Amary concorda, ainda que, assinala, há menos empresas nessa posição agora do que nos últimos anos.

Apesar de não serem divulgados dados confiáveis sobre o tamanho do estoque de imóveis prontos, que geram mais custos para as empresas, Lima acredita que o problema ainda não foi resolvido por conta de um aumento no cancelamento dos contratos já firmados, que acaba fazendo com que o estoque de imóveis volte a aumentar. No acumulado deste ano até outubro, foram distratadas 37.702 unidades, 33% das unidades entregues pelas construtoras no período.

Geralmente, os contratos de imóveis na planta são cancelados porque o mutuário não consegue financiamento bancário no momento da entrega das chaves, seja porque ficou desempregado ou porque os bancos aumentaram as exigências frente a um aumento na inadimplência e do desemprego.

“Há quem diga que, para cada imóvel vendido, dois contratos são cancelados. Esse problema deve ser solucionado até o final do primeiro semestre de 2017, quando a economia deve começar a melhorar. Mas não temos dados precisos sobre isso”.

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/precos-no-mercado-imobiliario-chegarao-ao-fundo-do-poco-em-2017/

Decoração ganha sofisticação com mármore carrara

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Para quem busca sofisticação e leveza na decoração, o mármore carrara mostra-se a escolha perfeita para o ambiente. Trata-se de uma pedra oriunda da cidade italiana de mesmo nome e que, exportada para diversas partes do mundo, ganhou espaço para quem busca um ambiente de luxo em casa ou no escritório.

Ele pode ser usado de diversas formas na decoração, a depender do quanto o proprietário do imóvel está disposto a desembolsar, já que o investimento é alto. Porém, em contrapartida, o resultado é um deslumbre de delicadeza ao ambiente.
Imóveis marmore_carrarra_banheiro (Foto: Shutterstock)
O material é indicado para ambientes internos por ter
maior porosidade e pode despontar de várias
maneiras na decoração.
O mármore carrara é uma pedra clara, com fundo branco e veios cinzas mais escuros, e de origem italiana. O seu uso não é novidade. “Na Roma Antiga, ele foi usado na arquitetura e em esculturas do Renascimento, como em construção como Panteão e Davi de Michelangelo. Atualmente, este material é exportado para diversos países e muito utilizado em projetos de ambientação”, explica a arquiteta Mariana Almeida, do escritório Doma Arquitetos. Porém, o investimento é alto, já que o metro quadrado custa, em uma média, a partir de R$ 500 reais.

O material é indicado para ambientes internos por ter maior porosidade e pode despontar de várias maneiras na decoração. “Pode-se usar em diferentes ambientes, preferencialmente internos, como em bancadas de banheiros e cozinhas. Também pode aparecer em painéis, pisos, paredes e móveis como mesas e ainda objetos de decoração”, afirma a arquiteta.

É bastante comum, por exemplo, o mármore carrara ser escolhido para dar um toque sofisticado nos banheiros. “Ele pode ser usado em bancadas, banheiras, pias, pisos e paredes”, acrescenta Mariana Almeida. O material também tem vez na cozinha. “Ele pode ser usado nos mesmo elementos do banheiro e ainda em bandejas”, complementa.
Para paredes, o mármore pode ser usado como peças inteiras ou como pastilhas de dois centímetros. “Esta última opção, inclusive, garante um resultado muito moderno”, afirma a arquiteta. Já para os pisos, Mariana explica que as placas de 1,20 metro do material ampliam o ambiente. O mármore carrara também pode ser aplicado no rodapé. E, se a casa ou apartamento for um duplex e contar com uma escada no seu interior, o mármore carrara pode ser usado ainda nela. “Neste caso, para segurança, pode-se colocar uma faixa de dois centímetros sem polimento no piso do degrau para ficar antiderrapante”, sugere a arquiteta.

Opção
Para quem não tem tanto dinheiro para investir no mármore carrara na decoração, mas deseja alcançar o efeito de luxo e sofisticação que o material proporciona ao ambiente, existe uma opção no mercado. “Já existem porcelanatos que são semelhantes ao mármore carrara e resultam em um ótimo efeito com um custo menor”, explica Mariana Almeida.

A arquiteta ainda enumera as vantagens, além do valor mais em conta. “Esta escolha é melhor para manutenção, já que a pedra de mármore tem maior porosidade e acumula mais sujeira do que o porcelanato”, conclui.

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Bairros Alternativos Podem Garantir Imóveis Mais Baratos

Na hora de comprar ou alugar um imóvel, a localização costuma ser um dos primeiros pontos analisados pelos futuros moradores, principalmente por aqueles que almejam ter como endereço uma das regiões tradicionais da cidade. Especialistas alertam, no entanto, que um olhar um pouco mais abrangente, que contemple bairros vizinhos às áreas nobres da capital, pode resultar em negociações mais atraentes do ponto de visto financeiro, sem prejuízos à qualidade de vida ou do imóvel.

Carlos Eduardo Pereira, diretor da Imobiliária Paraíso, conta que boa parte das pessoas procura se fixar na mesma região onde nasceu, por já estar acostumada a ela e também para ficar próxima da família. “Endereços no entorno do Centro, como Água Verde, Batel, Bigorrilho, Mercês, Alto da XV e Cristo Rei estão entre eles”, pontua.

Comportamento que difere do adotado por quem vem de outras cidades para se estabelecer em Curitiba, como lembra Luiz Carlos Borges da Silva, diretor da OutraSul Imobiliária. “A avaliação destes clientes se refere à distância entre o imóvel e o local de trabalho, às condições e à infraestrutura oferecidas pela região. O curitibano de longa data precisa seguir o exemplo dos migrantes, que têm um olhar mais aberto para procurar um imóvel que ofereça melhores condições de localização e preço”, explica.

Isso porque, de acordo com os especialistas, expandir a busca para os bairros vizinhos ao endereço desejado pode até aumentar em alguns minutos o deslocamento, mas proporciona uma economia de até 30% no valor do aluguel ou do investimento para a aquisição de um imóvel com as mesmas características.

Neste sentido, para quem procura um imóvel no Água Verde, a sugestão é contemplar na busca regiões como Santa Quitéria, Vila Izabel, Portão e Guaíra, por exemplo. O Bacacheri e o Boa Vista são alternativas ao Cabral, enquanto Pilarzinho e São Lourenço costumam ter imóveis com valores mais baixos do que os praticados no Bom Retiro.

Oferta

Os especialistas são unânimes ao afirmar que os bairros tidos como “alternativos” contam com uma oferta de imóveis e de infraestrutura que, em muitas vezes, não deve em nada a dos endereços tradicionais da cidade. De acordo com Pereira, tal relação ocorre principalmente na venda, na qual os preços mais baixos dos terrenos costumam atrair o investimento das construtoras para estas localidades.

João Françolin Tomazini, diretor-geral da Imobiliária Cilar, acrescenta que o trabalho dos corretores é fundamental neste sentido, auxiliando os clientes e ampliando seus horizontes de busca. “O cliente deve pensar que [a locação ou a compra de um imóvel] não é, necessariamente, uma condição definitiva. A pessoa pode investir menos em primeiro momento para, então, partir para uma segunda etapa. Também pode acontecer de ela se adaptar tão bem à região que, depois, nem queira ir para outro local”, pondera.

Check list

Além do bairro, preço e das condições do bem, quem procura um imóvel deve estar atento a outros detalhes :

Localização

O endereço do imóvel deve levar em conta a rotina da família, ou seja, a proximidade com o local de trabalho ou a escola dos filhos, por exemplo. Aqui, vale determinar um raio ideal partindo do imóvel para que o deslocamento seja confortável para todos os membros da família.

Infraestrutura

Avaliar se a região conta com oferta de comércios e serviços necessários à realização das atividades da família, como academia e escola condizente ao tipo de ensino que se pretende dar aos filhos, assim como a distância do imóvel ao transporte público.

Condomínio

Informe-se sobre se o empreendimento tem alguma regra que possa interferir nos hábitos da família e se ele está com as dívidas e as manutenções em dia – o que previne altas nas despesas com a taxa de condomínio.

Prioridades

Listar as características do imóvel das quais a família não abre mão, as que gostaria que tivesse e os itens sobre os quais é possível ponderar. Isto ajuda a reduzir o universo de busca.

Orçamento

Coloque no papel todas as contas da família e verifique quanto é possível investir na compra ou na locação. A soma do aluguel/prestação mais as taxas não deve ultrapassar 30% do orçamento familiar, de acordo com Tomazini.

De olho no vizinho

Expandir o raio de busca para bairros menos “badalados” pode ser uma opção para baratear a negociação de compra ou de locação do imóvel. Confira quais são alguns dos endereços alternativos às regiões tradicionais da cidade.

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Texto de gazetadopovo.com

Como Evitar A Umidade Nos Móveis

Manchas na parede, bolhas na pintura, reboco esfarelando e pontos de bolor. Tais problemas, conhecidos por boa parte dos moradores que convivem com a umidade em seus imóveis, podem se agravar com a chegada dos dias mais frios e demandam atenção devido aos danos que podem causar à edificação e à saúde dos usuários – que vão de questões estéticas a problemas respiratórios.

O primeiro passo para solucionar o problema é identificar a causa da umidade. A arquiteta Juliana Lahóz explica que ela pode resultar de infiltrações na cobertura, calhas ou peitoril das janelas, por exemplo, assim como de vazamentos hidráulicos.

Em casas térreas, a causa mais comum refere-se à umidade por capilaridade, ou seja, a que sobe do solo pelas paredes do imóvel devido à falta ou à falha na execução da impermeabilização das fundações.

Já os apartamentos, principalmente os de andares mais altos, “sofrem” mais com a umidade por condensação. O engenheiro civil e professor da UTFPR, Adalberto Matoski, conta que ela resulta do próprio uso do imóvel – como dos vapores expelidos durante o banho, o cozimento de alimentos e a própria respiração – e nem sempre é visível, a não ser nos casos em que gera manchas de bolor. “Há, também, a umidade originada pelos respingos da chuva, que passa de fora para dentro da parede”, acrescenta Leandro Luiz Prestes do Rosário, consultor técnico da Impermix.

Solução

Assim como as causas, as soluções para conter a umidade também são diversas. Nos casos de condensação, vale desde manter os ambientes ventilados até pintar com tinta antimofo as paredes nas quais serão encostados móveis, antes mesmo do aparecimento do bolor, como ensina Cassiano Garcia, o sócio-diretor da Construtora Monreal.

Nos casos de infiltração “de rodapé” (por capilaridade), geralmente é preciso remover todo o reboco até a alvenaria, aplicar três demãos cruzadas de argamassa polimérica e refazer o chapisco e o reboco. “Depois de aplicado o reboco, é preciso esperar 28 dias (tempo de cura) para dar o acabamento. Se ele for aplicado antes disso, pode ocorrer a formação de bolhas”, ensina Rosário.

Quando a infiltração está na parede que faz divisa com o muro do terreno vizinho – principalmente quando o nível deste é mais alto – Juliana explica que uma solução é isolá-la e recobri-la com uma segunda parede. O isolamento é feito com a aplicação de manta asfáltica ou com outros impermeabilizantes líquidos, de acordo com a gravidade do problema, sobre a qual é instalada uma lona plástica. “Então, constrói-se uma segunda parede, de drywall. Com isso, perde-se cerca de 5 cm do cômodo, mas se isola a umidade”, pontua.

Os especialistas alertam que, para todos os casos, são necessários a avaliação e o acompanhamento de um profissional habilitado (arquiteto ou engenheiro), que tem o conhecimento técnico para indicar a melhor solução, e sua correta execução, de acordo com a gravidade do problema.

Texto de gazetadopovo.com

Veja Como Decorar Um Ambiente Com Pouco Espaço

Morar bem não significa, necessariamente, viver em um lugar grande. Casas ou apartamentos pequenos podem ser muito aconchegantes, basta seguir alguns truques. Integrar de maneira harmônica os espaços, apostar em acessórios coringas e dispor as peças de mobiliário de forma inteligente são alguns dos artifícios que podem fazer a diferença para atingir o conforto desejado.

Antes de dar início às reformulações ou reformas, no entanto, é preciso fazer uma análise do seu estilo de vida, além das prioridades e necessidades para cada ambiente da casa. O valor disponível para ser gasto nesse primeiro momento é, na maioria das vezes, fator determinante para o projeto dos espaços, destaca Clarice Franke, arquiteta.

Acerte nos móveis

O móvel feito sob medida é o principal aliado de um projeto para ambientes pequenos, garante Clarice. Mesmo estreitos, armários com portas de correr são excelentes alternativas para guardarmos diferentes objetos. “As estantes vazadas têm baixo custo e ajudam a organizar, porém, quando se tem muita coisa para guardar, o ideal é que o armário tenha porta para não acumular pó e esconder uma possível bagunça, que poderia causar um mau aspecto”, explica a arquiteta.

Caso o orçamento esteja apertado e você não possa utilizar móveis planejados em todos os cômodos, a arquiteta sugere que a cozinha e os quartos sejam priorizados. Esses espaços são os que mais temos coisas para guardar, além do uso ser prioridade, justifica.

Além disso, pufes e poltronas pequenas com rodinhas são ótimos para acomodar visitas e podem ser encaixados em compartimentos de outros móveis quando não estiverem sendo utilizados. Espelhos, por sua vez, também podem ser considerados coringas em espaços pequenos, mas somente quando empregados de forma correta e pontual. Do contrário, usados de forma exagerada, eles sufocam o espaço, sugerindo infinitos que podem confundir as pessoas”, alerta Clarice.

A cor certa

Usar cores claras não é regra para ambientes pequenos, mas é preciso saber dosar a quantidade de cores selecionadas e distribuí-las no ambiente para criar uma unidade. No entanto, para evitar problemas, Clarice indica o uso de cores neutras nas paredes e no piso, pois proporcionam uma sensação de amplitude. Dessa forma, podemos jogar com colorido no restante, colocando cores em objetos, quadros, almofadas e, também , em móveis únicos ou luminárias de mesa, esclarece. Outra dica é utilizar um tom para as paredes próximo ao tom do piso, além de abusar da luz natural.

Dica esperta

Móveis multifuncionais prontos são boas alternativas para ambientes com pouca metragem e são desenvolvidos por muitas empresas.

Texto de g1.globo.com

Veja Como Montar Uma Horta Vertical

Manter uma horta em casa e ter facilmente à mão hortaliças e temperos frescos pode deixar as suas receitas muito mais saborosas. E mesmo quem mora em apartamento tem a possibilidade de garantir essa praticidade na hora de cozinhar. Com as hortas verticais, o problema da falta de espaço pode ser deixado de lado, e a decoração da casa fica ainda mais apetitosa.

O arquiteto Gabriel Hoberrek explica que é possível montar uma horta desse tipo em qualquer parede da casa, desde que a fixação da estrutura seja adequada. Quando desenvolve seus projetos, o profissional utiliza dois sistemas bastante simples: o primeiro é na forma de estante (de madeira ou ferro), com prateleiras vazadas e inclinadas até cerca de 30 graus. A sua profundidade deve ser de 20 a 30 cm, com um afastamento de 5 cm da parede, para garantir uma boa ventilação. A altura entre as prateleiras pode ser de 50 a 60 cm. Nelas podemos colocar vasos plásticos, garrafas PET, embalagens de leite ou coadores de alumínio para massa, que dão um efeito bem interessante, explica.

Outra maneira de se montar uma horta vertical é utilizar uma treliça de alumínio, madeira ou ferro. Uso ganchinhos metálicos para prender os vasos, deixando-os suspensos, orienta o arquiteto. O local precisa ter iluminação adequada (de no mínimo seis horas por dia) e, de preferência, com o sol da manhã. A horta deve ser colocada, preferencialmente, em locais externos para se garantir uma boa ventilação, afirma Hoberrek.

Cultivo em vasos
Veja um passo a passo da engenheira agrônoma Jana Koefender para o cultivo de ervas e hortaliças em vasos:

1. Escolha o tipo de vaso
Se for de cerâmica ou de cimento, será necessário impermeabilizar com piche e deixar secar por alguns dias, informa Jana.

2. Cuidados com a drenagem
Para permitir a drenagem, coloque no fundo do recipiente materiais como pedaços de tijolos, telhas ou brita. Em cima de tudo, ponha uma camada de areia.

3. Prepare a terra
Coloque uma mistura de substrato preparado ou comercial, que é facilmente encontrado em lojas. Para fazer em casa esse substrato, misture cinco partes de um composto orgânico que também pode ser húmus de minhoca uma parte de adubo animal curtido (esterco) e uma parte de areia. Caso você não queira fazer uma horta orgânica, adicione adubos granulados com NPK. Se você utilizar substrato comercial, no momento de repor, use o composto orgânico ou o que contém NPK.

4. Faça a semeadura ou transplante as mudas

Logo depois, irrigue os vasos.
Confira algumas plantas com raízes curtas, ideais para vasos:
– cebolinha
– salsa
– coentro
– alface
– pimentão
– tomate-cereja
– morango
– couve-folha
– rúcula
– alecrim
– sálvia
– orégano
– manjericão
– calêndula
Caso o espaço disponível no seu apartamento receba pouca luz (somente três ou quatro horas, por exemplo), você também pode plantar algumas espécies, mas elas crescerão com menos qualidade, conforme explica Jana. Confira algumas opções:

– hortelã
– capuchinha
– tomilho
– salsa
– cebolinha

Texto de g1.globo.com

Dicas Para Deixar A Roupa De Cama Conservada

Conservar as roupas de cama é importante para garantir maior conforto e horas de sono perfeitas. Deitar depois de um longo dia é uma das sensações mais prazerosas que existem para muitas pessoas.

Confira cinco dicas práticas para prolongar a vida útil dessas peças:

1. Leia a etiqueta

Parece bobagem, mas esse detalhe faz toda a diferença: ali estão informações como a forma correta de lavar aquela peça, se ela pode secar ao sol etc. Tudo isso evita surpresas desagradáveis, como desbotamento, manchas, tecido danificado etc.

2. Separe as peças na hora de lavar

Evite misturar algodão com poliéster, pois este solta bolinhas que ficarão grudadas nas outras peças. E lembre-se da máxima: roupas brancas não se misturam às escuras ou coloridas!

3. Deixe secar apenas o suficiente

Deixe as roupas secarem em ambiente ventilado, ao sol ou na área de serviço, evitando cheiro de mofo. Não deixe demais – a roupa “esturricada” é mais difícil de passar. Para facilitar, dobre a peça assim que tirar do varal.

4. Reforce o cheirinho gostoso

Para prolongar o aroma de limpeza, é possível borrifar água perfumada. Coloque algumas gotas de essência em um borrifador com água e espirre duas vezes nas peças logo depois de tirá-las do varal.

5. Guarde com carinho

Depois de passados, lençóis e fronhas devem ir para o armário. Uma boa dica aqui é colocar as peças limpas por último, para garantir que todo o enxoval seja usado de forma equilibrada no dia a dia. Para facilitar, separe em pilhas diferentes as fronhas, os lençóis de baixo e os de cima. Faltou espaço? Para quem não possui um armário, um baú pode ser usado e ainda dar um charme extra ao ambiente.

E o travesseiro?

Este item tão importante para uma boa noite de sono também tem prazo de validade. Especialistas indicam que o melhor é trocar a peça a cada dois anos para garantir o desempenho e também evitar o acúmulo de ácaros. Nesse sentido, os travesseiros de fibra podem ser lavados, mas devem ser secados à sombra, evitando danificar o material. Já as versões de visco-elástico não podem ser lavadas para não perderem sua forma.

Texto de g1.globo.com

Peças De Carros Viram Objetos De Decoração

Quem gosta de carro quer ter referências do mundo automotivo até dentro de casa. Já quem tem criatividade enxerga que uma peça antiga de automóvel pode virar matéria-prima de um objeto decorativo. A história do produtor de televisão e jornalista Márcio Murta passa pelas duas situações. Louco por carros, ele sempre considerou alguns componentes mecânicos muito bonitos. Começou a guardar algumas peças por apego. Depois, achou que seria bacana começar a usá-las como decoração. Foi quando teve a ideia de desenvolver peças decorativas para casa.

A primeira delas foi um abajur. Feito em cima de comando de válvulas de Volkswagen Fusca e montada artesanalmente. São dois os tipos de acabamento: enferrujado e com tratamento, sem ferrugem – enquanto são três opções de cúpulas: preta, cinza e vermelha.

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É possível transformar peças de carro em objetos de decoração

O processo é um pouco trabalhoso. Os eixos dos abajures são submetidos a tratamento químico para retirar a ferrugem. Depois de os limpar com gasolina e os secar, com pano e exposição ao sol, ele enverniza as peças. “Consigo um produto que não vai se oxidando com o tempo, e que não apresenta cheiros característicos. Os demais processos são de montagem, que não demandam limpeza específica”, explica Murta.

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Que tal um porta-vela personalizado?

As empresárias e sócias Fernanda Ruivo, Stephanie Schargel e Tatiana Sotolani tiveram uma ideia semelhante a de Murta quando resolveram criar a Matto. A vontade de reaproveitar as peças de carro vem de duas das sócias. O pai da Stephanie Schargel, Cássio Schargel, é proprietário de uma oficina mecânica e ela cresceu dentro deste universo. Já o marido de Tatiana Sotolani, Fernando Chinelli, é engenheiro automobilístico, e eles estão sempre em feiras de carros antigos e na companhia dos amigos colecionadores de carros. “Nós três enxergamos as belezas das peças, que são de metais, com acabamentos lindos. Até mesmo os desgastes as tornam mais bonitas ainda, refletem suas histórias e usos”, conta Stephanie.

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As peças de carro na decoração imprimem personalidade

Os componentes, que viram vasos de plantas, são “resgatados” em oficinas. Não existe uma regra fixa para a seleção. “Escolhemos peças que consideramos esteticamente bonitas para nosso projeto e que seja viável a plantarmos. A maioria das peças são vazadas, neste casos nós levamos em um parceiro vidraceiro, que faz toda a vedação das peças em vidro e acrílico”, explica Fernanda. Depois de escolhidas, as peças são limpas com diesel, impermeabilizadas com verniz e vedadas. O último passo é a plantação de mudas. “A parte que mais gostosa é plantar. É quase uma terapia e juntamente com isso é olhar que temos que ter com as peças, para fazermos um vaso novo, contemporâneo e novo”, derrete-se Tatiana.

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As peças internas e externas podem formar uma decoração cheia de personalidade

Ideias como essas entusiasmam os apaixonados por veículos, como o empresário Fabio Castellotti. Em sua sala de estar, além de um jogo de rodas BBS montado com pneus Yokohama Advan Slick de competição, ele tem um banco de corrida Sparco, no “estilo concha”, como local de assento. Ainda coleciona latas de óleo de alta performance e diversos manômetros (de pressão, temperatura, ar/ratio), como objetos de estante. “Alguns deles têm detalhes e desenhos que são considerados arte, assim como um quadro ou uma escultura. Mas a principal razão para ter esses objetos em casa é o bem estar que eles me proporcionam”, conta ele, que gostaria de ter um bloco de motor V12, também na sala. “Mas não como apoio de mesa de centro, que é comumente usado, e sim da forma mais pura: contemplando o bloco como se fosse um busto de bronze ou um vaso, em cima de um pedestal”, completa.

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Um sofá todo estilizado pode fazer a diferença na decoração da sala

Texto de revista.zapimoveis

Cozinha com Acessórios Divertidos

A cozinha é um espaço importante, afinal de contas, muito do tempo que se passa em casa é dentro dela. O ambiente também deixou de ser apenas um local para cozinhar e passou a integrar o restante do ambiente nos imóveis mais novos e modernos. Portanto, hoje em dia, a cozinha não deve ser apenas prática, mas também deve ter uma decoração bonita. E por que não unir a praticidade com o bom humor e preencher o espaço com acessórios funcionais e também divertidos? São muitas as possibilidades, confira as ideias.

Todo mundo tem uma frigideira em casa. Ela pode ser comum, com uma cor neutra, bem tradicional. Ou você pode optar por uma frigideira colorida ou com o fundo de animal ou até mesmo uma com formato diferente. Que tal fritar um ovo com a forma do Mickey ou de um porquinho? A chaleira também pode ganhar destaque se a escolha for por uma com formas de vaca ou girafa. As luvas para pegar panelas quentes podem ser semelhantes a luvas de boxe. E a espátula para patê que pode simular braços e pernas e ficar em pé para facilitar seu uso. Sem contar os potes de plástico no formato de cada produto a ser guardado, como tomate, uva, alho e cebola.

Os acessórios podem fazer também a linha retrô para os mais saudosistas. Hoje em dia é possível encontrar diversos objetos que remetem a embalagens de produtos que fizeram sucesso no passado. O pano de prato pode estampar a antiga embalagem do leite condensado Moça e o pote de inox para guardar alimentos pode ser igual a embalagem do passado da Maizena. Ainda tem a garrafa de leite, que pode remeter a como o produto era entregue antigamente. A decoração também tem a possibilidade de seguir uma linha mais romântica, com conjunto de latas bege para guloseimas, como chocolates, biscoitos e torradas e pote em forma de cupcake.

Estes são apenas alguns exemplos da infinidade de opções que existem para deixar a cozinha um ambiente mais divertido e colorido. Porém, a escolha deve ser feita de acordo com o gosto do proprietário e deve estar em consonância com o restante da decoração. Sem contar que, para não acumular muita coisa sem necessidade e poluir e apertar o ambiente, deve-se optar poritens funcionais. “Podemos utilizar vários objetos, desde que de forma harmonizada com o ambiente. Pode ser acessórios que se reportem a animais, mas pode também ser potes utilitários ou relógios.

Todos são objetos que decoram, mas também têm uma função no espaço onde se situam”, afirma a arquiteta Neide Cirne. Na cozinha, por ser um ambiente que exige praticidade, é necessário balancear a quantidade deobjetos e também a disposição deles no espaço.

O local que o objeto vai ficar depende da sua funcionalidade, mas o ideal é que estes acessórios divertidos estejam à vista. “Eles podem ser colocados em diversos locais, dependendo da sua utilidade. Se for um objeto para ser usado nas refeições, deve estar próximo à mesa, mas se é apenas decorativo, pode ficar em uma prateleira ou, por exemplo, sobre um eletrodoméstico ou na parede”, explica a arquiteta.

Porém, é preciso tomar cuidado para não exagerar e dispor os acessórios divertidos de forma que destoem com o restante da decoração. Também é preciso prestar atenção nas cores para causar um efeito harmonioso. “Eles devem ter cores e materiais que harmonizem entre si e que se integrem às cores dos móveis. As cozinhas brancas facilitam as cores e a disposição dos objeto. As tonalidades mais usadas se reportam, quase sempre, aos alimentos naturais, como laranja e verde, mas pode-se introduzir outras que podem se complementar e tornar o ambiente alegre e energeticamente equilibrado”, ressalta Neide.

O material também deve ser escolhido de forma criteriosa. “Os objetos podem ser de plástico, vidro, metálico, cerâmica ou madeira, no entanto, devem ter uma uniformização para que haja interação entre os móveis e os acessórios. Por exemplo, uma cozinha no estilo country não deve ter objetos de plástico, mas, de preferência, de madeira ou cerâmica refratária pois caem melhor para este estilo”, conclui a arquiteta.

Texto de revista.zapimoveis

Como Montar Um Quarto de Estudos Eficiente

A psicóloga Regina Almeida aproveitou uma mudança de apartamento para renovar o quarto do filho Diogo, então com 12 anos. Entrando na adolescência, o jovem precisava de um quarto mais funcional para os estudos, com um ar menos infantil.

Nesse tipo de decoração, uma área reservada à leitura, com cadeira e mesa para trabalhar são fundamentais. Um espaço para um computador também é válido, mas o uso de dispositivos portáteis, como notebooks e tablets, diminui a necessidade de espaço físico. No entanto, prateleiras, gavetas e armários são importantes para guardar livros e esconder a “bagunça” que pode se formar com os pequenos estudantes.

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Um espaço para um computador também é válido, mas o uso de dispositivos portáteis, como notebooks e tablets, diminui a necessidade de espaço físico

Várias soluções podem ser adotadas de acordo com o espaço disponível. No caso do quarto do Diogo, Regina optou pela interessante alternativa da cama no alto, com uma escrivaninha por baixo. “Como o quarto dele não é muito grande, a circulação ficaria comprometida com móveis lado a lado”, conta a psicóloga.

Em quartos maiores, bancadas planejadas são indicadas para ajudar a organizar tudo e dar espaço para o jovem estudar. Segundo a própria Regina, é importante estabelecer um local próprio para os estudos, o que ajuda a criança ou adolescente a se concentrar nas tarefas a fazer.

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Nesse tipo de decoração, uma área reservada à leitura, com cadeira e mesa para trabalhar são fundamentais

O arquiteto Fernando Alves alerta para a necessidade de boa iluminação no ambiente de estudo. “É importante que todo o quarto de estudos seja bem iluminado, e que o jovem indique quanta luz precisa para estudar com conforto”, explica o especialista. Luminárias, abajures e lâmpadas de leitura são uma ótima ajuda nesse sentido, já que podem ter a luz direcionada para onde o estudante está.

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prateleiras, gavetas e armários são importantes para guardar livros e esconder a “bagunça” que pode se formar com os pequenos estudantes

O tipo de cama escolhido por Regina, inclusive, pede cuidados com a iluminação. “Como a mesa fica sob a cama, a tendência é que seja escura demais para estudar, mesmo durante o dia”, explica o arquiteto. Por isso, atenção redobrada para evitar que os pequenos forcem demais a vista tentando trabalhar num ambiente menos iluminado.

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É importante que todo o quarto de estudos seja bem iluminado

Texto de revista.zapimoveis